Editora: Record
ISBN: 978-85-01-04445-7
Páginas: 351
Classificação: 4/5
Sinopse: O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seu diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.
Lançado em 1947, O Diário de Anne Frank tornou-se um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos. Um livro tocante e importante que conta às novas gerações os horrores da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Agora, seis décadas após ter sido escrito, este relato finalmente é publicado na íntegra, com um caderno de fotos e o resgate de trechos que permaneciam inéditos. Uma nova edição que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade dessa menina que se transformou em um dos grandes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça. E consagra O Diário de Anne Frank como um dos livros de maior importância do século XX. Uma obra que deve ser lida por todos, para evitar que atrocidades parecidas voltem a acontecer neste mundo.
Agora, seis décadas após ter sido escrito, este relato finalmente é publicado na íntegra, com um caderno de fotos e o resgate de trechos que permaneciam inéditos. Uma nova edição que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade dessa menina que se transformou em um dos grandes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça. E consagra O Diário de Anne Frank como um dos livros de maior importância do século XX. Uma obra que deve ser lida por todos, para evitar que atrocidades parecidas voltem a acontecer neste mundo.
O livro conta a historia, verídica, de Anne, com uma vida comum, com amigos, uma família, e problemas de uma garota normal. Mas com treze anos ela e outros judeus começam a ser caçados pelos nazistas.Anne e sua família então vão para um esconderijo, chamado de Anexo secreto, que dividem com a família Van Daan e Albert Dussel, onde permanece durante dois anos. Claro, a vida se torna mais difícil entre famílias misturadas, e o livro se torna até mesmo engraçado pelo fato da existência das brigas e desavenças. Durante esse período de dois anos, Anne conta, ao seu diário batizado de Kitty, seus dias “presa” dentro do Anexo, mal podendo abrir as janelas. Anne conta como se sente sozinha e confusa, mal, por não poder ajudar outros judeus como ela.
Bem, sinceramente eu não curto muito a leitura em forma de diário, mas me apaixonei pelo livro. No começo foi meio confuso, pelo fato de não ser um livro onde os personagens são apresentados um de cada vez e em seu devido tempo, mas logo decorei todos os nomes e seu papel nessa historia.
Eu achei impossível não adorar Anne, e sinceramente me identifiquei um pouco com ela. Anne não era compreendida pelos moradores do Anexo, o que a deixava frustrada, ate mesmo ao ponto de chorar a noite no travesseiro. Sua ligação com o pai, Otto Frank, é linda, mas com o longo do tempo é perdida. Sua relação com a mãe Edith Frank é estranha, pelo fato de Anne achar que sua mãe não a ama tanto como ama sua irmã Margot Frank.
Obviamente, sabemos o final dessa historia que é triste. Mas mesmo assim, torci o livro inteiro para que o final mudasse para melhor. O livro nos emociona deixando uma mensagem, de como foi difícil ser um judeu durante a segunda guerra mundial. Ainda mais para uma menina, que tinha sonhos e muito para viver ainda. Recomendo. Um livro apaixonante e uma leitura que com certeza, vou levar para o resto de minha vida.

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