sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Amor de Mãe.... Destinos traçados na maternidade.
Que toda a mãe ama o seu filho, Ah! Isso não é novidade pra ninguém! Mas mãe mesmo, e não chocadeira, como algumas que existem por ai... E toda mãe que ama de verdade o seu filho não tem o direito de tolher seus sonhos, suas ilusões, suas aventuranças... Acho que o dever de toda mãe que ama seu filho é conduzi-lo pelos caminhos da vida, lhe ensinando as diferenças entre o bem e o mal, para que em dado momento da vida ele possa soltar nossas mãos e seguir seu destino... Mas toda mãe que ama o seu filho, também tem no coração o altruísmo de saber que sua mão deve continuar lá disponível sempre que precisar.
Há alguns dias minha filha mais velha me perguntou se eu ficaria triste se ela fosse morar com o pai dela. Eu disse que sim, mas que se fosse da vontade dela eu iria aceitar...
O que poderia ter feito??? Afinal, ela não está pedindo pra sair de casa e sumir no mundo... Ela vai se mudar pra casa do Pai dela... Alguém que ela ama e que a ama também. E de quebra tem a avó paterna mais amorosa do mundo.
Hoje a ficha caiu... O Pai a inscreveu na prova para o bolsão de um colégio próximo a casa dele, em outra cidade, não é tão longe assim, mas a distância existe.
Eu não posso mentir... Meu coração está em pedaços. Uma vontade enorme de exercer meu poder de mãe e DIZER NÃO! Mas meu coração também, apesar de terminal, me diz que não devo fazer isso. Talvez seja bom pra ela.
Será que eu tenho sido uma boa mãe??? Eu me questiono. Mas meu coração me diz que sim, que eu fiz e faço tudo que posso. Eu sou uma boa Mãe! Mas talvez seja bom pra ela.
Vem na minha cabeça, todos os momentos bons, todos os momentos ruins... desde o nascimento até agora. E meu coração diz que talvez ela deva passar por essa experiência... Talvez seja bom pra ela.
Eu choro e me desespero... me faltam as palavras... mas talvez seja bom pra ela.
- Filha, A única coisa que eu posso lhe dizer é que estarei sempre aqui. E eu te amo incondicionalmente. Nenhum amor nessa vida será maior que o meu por você... Eu estou aqui.
Amor de mãe, por Danuza Leão
Qual o maior amor do mundo? O de mãe, é claro. E é verdade. Só que as mães têm uma maneira muito peculiar de amar; acham que para as filhas serem felizes só precisam de duas coisas: proteção e segurança – econômica, claro. Elas conhecem a vida, já passaram por boas e péssimas e sabem que o amor e uma cabana são coisas de romance – nada a ver com a realidade. O pior é que os homens mais interessantes, aqueles que despertam paixões, são, na maioria, pobres. E evidentemente não trabalham, porque têm mais o que fazer. Como trabalhar se têm que ir à praia, fazer ginástica, saber como vão os campeonatos de futebol para poder à noite estar de cabeça fresca dizendo que passaram o dia pensando no momento em que iriam encontrá- la? Como perceber que ela emagreceu, que o vestido é novo se trabalharam o dia inteiro? Sinceramente: um homem sério, que passa a vida cuidando de cálculos, taxas de juros, vai notar que ela fez três mechas no cabelo? Mas é disso que mulher gosta, e é por esses que elas costumam se apaixonar.
As mães vão ser contra, sempre, por amor, é claro. E, quando aparecer um bom rapaz, de boa família, trabalhador, é a favor dele que vão ficar, por amor, é claro. Esse faz tudo direito: é gentil e lembra todas as datas. Já o outro faz com que a filha às vezes se desespere, mas basta um “vem cá meu bem” para ela esquecer tudo que ele aprontou, enquanto o outro dá a impressão de que nunca vai fazê-la sofrer. É disso que mãe gosta, com toda razão. Não adianta tentar explicar que não sente um pingo de emoção quando o vê e que preferiria morrer virgem, se virgem fosse, a dormir na mesma cama com ele. Que mãe que entende isso? Não dá para contar a uma mãe extremosa que, quando o outro chega e passa a mão na cintura dela, dá aquele aperto e diz, baixinho, “gostosa”, ela se arrepia toda. Que ela prefere esse momento a qualquer iate, a qualquer viagem, com direito a comer trufas brancas na Toscana como se fosse farofa. Ah, nenhuma mãe entende isso – porque as mães se esqueceram de quando eram jovens. Não que não tenham memória – têm, sim. Mas se lembram de que, quando preferiram o amor à tal da segurança, um dia o amor acabou; e quando preferiram a segurança ao amor se lembraram com saudades do outro, aquele. Elas só se esquecem de que experiência não se transmite e de que qualquer casamento com qualquer homem pode dar certo ou errado.
Mãe quer, entre outras coisas, um pouco de tranquilidade. Se a filha escolhe um bonitão irresponsável, sabe que vai sobrar para ela, que está cansada de passar noites em claro imaginando onde está a filha. Mãe ama os filhos, mas prefere vê-los ligados a pessoas sérias, com quem possam dividir a responsabilidade, e dormir as noites em paz. As filhas não sabem que mãe, além de amar, também precisa de um pouco de sossego.
Mas, quando essas filhas crescerem e tiverem os próprios filhos, vão pensar e agir exatamente da mesma maneira. Então, e só então, vão entender.
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