segunda-feira, 12 de setembro de 2016

3 Livros que eu preciso absurdamente ler

Quem me conhece sabe da minha paixão infinita pela leitura, mas que infelizmente devido a crise e minha falta de grana, consequência do meu desemprego, minhas leituras estão cada vez mais escassas. Já faz um tempinho que não leio meus romances... Minha literatura, atualmente, se resume a livros e apostilas para estudar e tentar passar em um concurso público para ver se saio dessa pindaíba.Enfim... vamos ao que interessa.



 1. A Espiã (Paulo Coelho)
Tenho alguns autores favoritos, mas o mago é meu xodó, é meu "Quindim de Iaiá" no mundo literário. Sou simplesmente apaixonada pela verdade que ele transmite, pela sensibilidade e sabedoria desse Acadêmico Brasileiro. E agora ele está me presenteando novamente com mais uma obra. Que está sendo lançada neste momento. Já é possível encontrar em algumas livrarias.Nesse livro,Coelho contará a vida de Mata Hari, a mulher mais desejada de sua época: bailarina exótica que chocava e encantava plateias ao se desnudar nos palcos, confidente e amante dos homens mais ricos e poderosos de seu tempo, figura de passado enigmático que despertava o ciúme e a inveja das damas da aristocracia parisiense. Ela ousou libertar-se do moralismo e dos costumes provincianos das primeiras décadas do século XX e pagou caro por isso: em 1917, foi executada pelo pelotão de fuzilamento do exército francês, sob alegação de espionagem. Em seu novo romance, Paulo Coelho revisita com brilhantismo a vida dessa mulher extraordinária, mostrando ao leitor que as árvores mais altas nascem das menores sementes.

2. Lugares Escuros (Gillian Flynn)
Quem leu "Garota Exemplar", vai saber que com essa autora não tem "mimimi" e nem "encheção de linguiça", com ela o papo é reto. Esse livro promete uma história diabólica e eletrizante que te prende do início ao fim.
Sinopse: "Libby Day tinha apenas sete anos quando testemunhou o brutal assassinato da mãe e das duas irmãs na fazenda da família. O acusado do crime foi seu irmão mais velho, que acabou condenado à prisão perpétua. Desde aquele dia, Libby passou a viver sem rumo. Uma vida paralisada no tempo, sem amigos, família ou trabalho. Mas, vinte e quatro anos depois, quando é procurada por um grupo de pessoas convencidas da inocência de seu irmão, Libby começa a se fazer as perguntas que até então nunca ousara formular. Será que a voz que ouviu naquela noite era mesmo a do irmão? Ben era considerado um desajustado na pequena cidade em que viviam, mas ele seria mesmo capaz de matar? Existiria algum segredo por trás daqueles assassinatos? Gillian Flynn intercala a trajetória detetivesca de Libby com flashbacks dos acontecimentos do dia dos crimes com tanta habilidade que o leitor é levado a diferentes direções. Escrito com primor, Lugares escuros não só mostra como a memória é passível de falhas, mas também evidencia as mentiras que uma criança pode contar a si mesma para superar um trauma."

3. A Menina Submersa: Memórias (Caitlín R. Kiernan)
Se eu não tivesse lido tantas boas opiniões sobre o livro, eu teria comprado somente pela capa, que é um escândalo! Mas o que observei é que vale a pena gastar cada centavinho nesse thriller psicológico que, segundo o que dizem por ai, vai te pegar pela mente e deixar traumatizada umas duas semanas... hahaha!
'A Menina Submersa: Memórias' é um verdadeiro conto de fadas, uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental. Um romance repleto de camadas, mitos e mistério, beleza e horror, em um fluxo de arquétipos que desafiam a primazia do “real” sobre o “verdadeiro” e resultam em uma das mais poderosas fantasias dark dos últimos anos. Considerado uma “obra-prima do terror” da nova geração, o romance é repleto de elementos de realismo mágico e foi indicado a mais de cinco prêmios de literatura fantástica, e vencedor do importante Bram Stoker Awards 2013. O trabalho cuidadoso de Caitlín R. Kiernan é nos guiar pela mente de sua personagem India Morgan Phelps, ou Imp, uma menina que tem nos livros os grandes companheiros na luta contra seu histórico genético esquizofrênico e paranoico. Filha e neta de mulheres que buscaram o suicídio como única alternativa, Imp começa a escrever um livro de memórias para tentar reconstruir seus pensamentos e lutar contra o que seria “a maldição da família Phelps”, além de buscar suas lembranças sobre a inusitada Eva Canning, sua relação com a namorada e consigo mesma, que evoca em muitos momentos a atmosfera de filmes como Azul é a Cor mais Quente (Palma de Ouro em Cannes, 2013) e Almas Gêmeas (1994), de Peter Jackson. Não se assuste: é um livro dentro de um livro, e a incoerência uma isca para uma viagem mais profunda, onde a autora se aproxima de grandes nomes como Edgar Allan Poe e HP Lovecraft, que enxergaram o terror em um universo simples e trivial – na rua ao lado ou nas plácidas águas escuras do rio que passa perto de casa –, e sabem que o medo real nos habita. Caitlín dialoga ainda com o universo insólito de artistas como P.G. Wodehouse, David Lynch e Tim Burton, e o enigmático personagem Sandman, de Neil Gaiman, com quem aliás, trabalhou, escrevendo The Dreaming, spin-off derivado da obra-prima de Gaiman. A Menina Submersa evoca também as obras de Lewis Carrol, Emily Dickinson e a Ofélia, de Hamlet, clássica peça de Shakespeare, além de referências diretas a artistas mulheres que deram um fim trágico à sua existência, como a escritora Virginia Woolf. Com uma narração intrigante, não linear e uma prosa magnífica, Caitlín vai moldando a sua obsessiva personagem. Imp é uma narradora não confiável e que testa o leitor durante toda a viagem, interrompe a si mesma, insere contos que escreveu, pedaços de poesia, descrições de quadros e referências a artistas reais e imaginários durante a narrativa. Ao fazer isso, a autora consegue criar algo inteiramente novo dentro do mundo do horror, da fantasia e do thriller psicológico. A epígrafe do livro, retirada de uma música da banda Radiohead – “There There” –, diz muito sobre o que nos espera: “Sempre ha´ um canto de sereia que te seduz para o naufra´gio”. A Menina Submersa é como esse canto, que nos hipnotiza até que tenhamos virado a última página, e fica conosco para sempre ao lado de nossas melhores lembranças.

Escola de Vilões - Jen Calonita

Alguém ai, já leu Escola de Vilões? Ele saiu exatamente há um ano atrás pela Única Editora. O livro é simplesmente show de bola... vale muito a pena.
Segue a sinopse: 


Será que um vilão pode se recuperar? 

Sinopse: Gilly não se considera exatamente uma garota má... Porém, quando se tem cinco irmãos e irmãs mais novos, é preciso ser criativo para ajudar nas despesas. Ela é uma ladra muito boa, e disso tem certeza e pode se gabar. Até ser pega. Depois de roubar uma presilha, é sentenciada a passar três meses no Reformatório de Contos de Fadas – no qual os professores são aqueles antigos vilões que já conhecemos, como o grande Lobo Mau e a malvada Madrasta da Cinderela. Quando, porém, ela faz amizade com alguns estudantes, como Jax e Kayla, aprende que esse reformatório vai muito além de sua missão heroica. Há uma batalha ganhando forma e Gilly precisa descobrir: os vilões podem realmente mudar? Descubra o Lado B dos contos de fadas
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domingo, 11 de setembro de 2016

Sinopse - O Diário de Anne Frank

Editora: Record
ISBN: 978-85-01-04445-7
Páginas: 351
Classificação: 4/5

Sinopse: O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seu diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.
Lançado em 1947, O Diário de Anne Frank tornou-se um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos. Um livro tocante e importante que conta às novas gerações os horrores da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Agora, seis décadas após ter sido escrito, este relato finalmente é publicado na íntegra, com um caderno de fotos e o resgate de trechos que permaneciam inéditos. Uma nova edição que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade dessa menina que se transformou em um dos grandes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça. E consagra O Diário de Anne Frank como um dos livros de maior importância do século XX. Uma obra que deve ser lida por todos, para evitar que atrocidades parecidas voltem a acontecer neste mundo.

O livro conta a historia, verídica, de Anne, com uma vida comum, com amigos, uma família, e problemas de uma garota normal. Mas com treze anos ela e outros judeus começam a ser caçados pelos nazistas.Anne e sua família então vão para um esconderijo, chamado de Anexo secreto, que dividem com a família Van Daan e Albert Dussel, onde permanece durante dois anos. Claro, a vida se torna mais difícil entre famílias misturadas, e o livro se torna até mesmo engraçado pelo fato da existência das brigas e desavenças. Durante esse período de dois anos, Anne conta, ao seu diário batizado de Kitty, seus dias “presa” dentro do Anexo, mal podendo abrir as janelas. Anne conta como se sente sozinha e confusa, mal, por não poder ajudar outros judeus como ela.

Bem, sinceramente eu não curto muito a leitura em forma de diário, mas me apaixonei pelo livro. No começo foi meio confuso, pelo fato de não ser um livro onde os personagens são apresentados um de cada vez e em seu devido tempo, mas logo decorei todos os nomes e seu papel nessa historia.

Eu achei impossível não adorar Anne, e sinceramente me identifiquei um pouco com ela. Anne não era compreendida pelos moradores do Anexo, o que a deixava frustrada, ate mesmo ao ponto de chorar a noite no travesseiro. Sua ligação com o pai, Otto Frank, é linda, mas com o longo do tempo é perdida. Sua relação com a mãe Edith Frank é estranha, pelo fato de Anne achar que sua mãe não a ama tanto como ama sua irmã Margot Frank.

Obviamente, sabemos o final dessa historia que é triste. Mas mesmo assim, torci o livro inteiro para que o final mudasse para melhor. O livro nos emociona deixando uma mensagem, de como foi difícil ser um judeu durante a segunda guerra mundial. Ainda mais para uma menina, que tinha sonhos e muito para viver ainda. Recomendo. Um livro apaixonante e uma leitura que com certeza, vou levar para o resto de minha vida.


BRIDA: Uma das melhores histórias...

Acho incrivelmente absurdo ter dado tudo tão errado para a novela Manchete... Acredito que tenha sido um conjunto de problemas: baixo orçamento, má produção, falta de comprometimento (soube até que houve greve dos atores), entre tantos outos... 
Porque, na minha opinião esse é um dos melhores livros de Paulo Coelho. Um livro lindo, tão recheado de lições, história de amor, lugares lindos... Nas mãos certas acredito que teria sido um grande sucesso.

BRIDA: A problemático folhetim da extinta Rede Manchete

Problemática produção da Manchete que culminaria com o fim da emissora.

A novela foi baseada no "best-seller" de Paulo Coelho. O fato do livro ter sido um sucesso de vendas (na época da estréia da novela, ele já havia sido lançado 86 vezes) excitava a emissora a investir na novela.Brida tinha um custo caro para os padrões da Manchete. Mesmo não sendo uma novela de época, os recursos que precisavam ser utilizados se mostraram dispendiosos, mas a direção da rede decidiu arriscar.

A novela entrou no ar com um custo alto e, além disso, os patrocinadores tinham um contrato de risco com a emissora. De acordo com esse contrato, só haveria patrocínio se a novela passasse dos 5 pontos de audiência. A previsão da emissora era de que a novela atingisse 10 pontos, mas a audiência estacionou nos dois. Sem patrocínio, a Manchete ficava no prejuízo. Mesmo recorrendo às velhas fórmulas para alavancar a audiência, como erotismo, a novela não emplacou.

Brida estreou no dia 11/08/1998 às 19 horas, mas o horário foi cancelado e a partir de 14/09 passou para as 22h20. A novela começou a ser escrita por Jayme Camargo que a levou até o capítulo 14. Sônia Mota e Angélica Lopes continuaram. As autoras foram escolhidas para que o público feminino tivesse mais identificação com a novela.

Brida significava o desperdício do que poderia ter sido uma ótima história, e a conseqüência da situação econômica do país. Aliado aos problemas da novela, os juros das dívidas da TV Manchete cresciam. Em outubro de 1998 o elenco entrava em greve por falta de salários. O vice-presidente da emissora confessou ao elenco "que o fracasso da novela esgotou os recursos da empresa"

Sem ter o que fazer, a direção da rede decidiu tirar Brida do ar na sexta-feira da mesma semana: em 23/10/1998 a emissora interrompeu subitamente a trama, apresentando uma narração que explicava qual seria o desfecho da história. O final narrado pelo locutor oficial da Manchete, Eloy De Carlo, foi improvisado naquele dia, no qual poucos imaginavam o que estava acontecendo. A pergunta era uma só: "a novela acabou?" Ninguém sabia ao menos se ela voltaria ao ar na segunda-feira seguinte.

Anúncios de uma reprise de Pantanal começavam a ser exibidos. Sem anunciar o horário de exibição, muitos acreditaram que se abriria um novo horário de novelas. Juntamente com o fim de Brida, o restante da emissora também se esvaziava. 

O apresentador de telejornal da Manchete Augusto Xavier estreou como ator nessa novela. Mas depois voltaria a apresentar telejornais.


 





É preciso despertar.

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho e nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
(Eduardo Alves da Costa)

Vamos de Leitura?

"Deus se manifesta em tudo, mas a palavra é um dos seus meios favoritos de agir. Porque a palavra e o pensamento tranformado em vibraçao."
(Brida - Paulo Coelho)

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