
Ai ai... Quase morri essa noite... passei tão mal... Por que existe a cólica?
Fui no Quinta D'or mas não tinha ginecologista, só clínico, e como eu não quis ficar esperando tomei um coquetel de analgésicos injetável e fui pra casa, mas não passou (só por uns momentos, depois voltou). Eu continuei me sentindo péssima, com uma dor alucinante, como se estivessem enfiando uma faca na minha barriga e mexendo em todas as direções.
Nunca fui muito de sentir cólicas, mas depois que o Bernardo nasceu, pronto, comecei a ter isso.
Hoje liguei para a Dra. Consuelo e marquei uma consulta para o dia 25/07 às 18h, mas como eu não vou aguentar até lá, vou na emergência do Quinta D'or de novo pra ver se a Ginecologista me passa uns exames que aí eu já levo pra Dra. Consuelo.
Nossa, que dor é essa? Nunca senti tão forte...
Vamos entender melhor a cólica
Em todas as populações femininas a estatística é de que mais de 50 % das mulheres apresentam dismenorréia em maior ou menor intensidade, sendo que 10% apresentam-se com dor incapacitante para as atividades (habitualmente no 1º e 2º dias do ciclo menstrual).
A palavra “dismenorréia” tem origem do grego, que significa "dificuldade no escoamento do fluxo menstrual".
Há algumas pacientes que apresentam sintomas adicionais, tais como: náuseas, vômitos, mal estar, tonturas, dor lombar (costas), cefaléias (dor de cabeça), diarréias, desmaios, dor nas mamas, quadros depressivos.
Para se entender o mecanismo da cólica é preciso entender o que é a menstruação. A menstruação é a limpeza da camada interna do útero que foi preparada durante o ciclo menstrual para receber uma gravidez.
O organismo feminino para evitar uma perda excessiva de sangue que acompanha esta limpeza faz com que o útero se contraia.
Quem realiza este processo é uma substância chamada prostaglandina que também é responsável pela dor.
A dismenorréia é dividida em dois grupos:
Dismenorréia primária:
É a cólica normal ou fisiológica, costuma aparecer logo após as primeiras menstruações.
Dismenorréia secundária:
A dismenorréia secundária ocorre em conseqüência de outras alterações do
sistema reprodutor, como os miomas, endometriose, cistos de ovário e, raramente, câncer. O DIU (dispositivo intra-uterino) também pode provocar cólicas, principalmente se na mulher que teve filhos. A exceção é o DIU que libera pequenas quantidades de progesterona dentro do útero, o que ajuda a diminuir a cólica e o fluxo de sangue durante a menstruação.
Diante deste quadro clinico partimos para pesquisar a causa.
1 - Anamnese (história) da paciente, idade, periodicidade, ciclos regulares ou irregulares, duração etc
2 - Investigar através de exames:
- ultra-sonografia (para descartar cistos de ovários, pólipos malformações uterinas, miomas, etc).
- histeroscopia.(examinar o canal cervical e cavidade uterina).
Hoje em dia, nada justifica que as mulheres continuem apresentando dismenorréia intensa e incapacitante, pois é possível fazer o diagnóstico e há tratamento clínico eficaz.Nos casos em que se faz necessário a intervenção cirúrgica deve-se optar pelo melhor caminho possível.
A palavra “dismenorréia” tem origem do grego, que significa "dificuldade no escoamento do fluxo menstrual".
Há algumas pacientes que apresentam sintomas adicionais, tais como: náuseas, vômitos, mal estar, tonturas, dor lombar (costas), cefaléias (dor de cabeça), diarréias, desmaios, dor nas mamas, quadros depressivos.
Para se entender o mecanismo da cólica é preciso entender o que é a menstruação. A menstruação é a limpeza da camada interna do útero que foi preparada durante o ciclo menstrual para receber uma gravidez.
O organismo feminino para evitar uma perda excessiva de sangue que acompanha esta limpeza faz com que o útero se contraia.
Quem realiza este processo é uma substância chamada prostaglandina que também é responsável pela dor.
A dismenorréia é dividida em dois grupos:
Dismenorréia primária:
É a cólica normal ou fisiológica, costuma aparecer logo após as primeiras menstruações.
Dismenorréia secundária:
A dismenorréia secundária ocorre em conseqüência de outras alterações do
sistema reprodutor, como os miomas, endometriose, cistos de ovário e, raramente, câncer. O DIU (dispositivo intra-uterino) também pode provocar cólicas, principalmente se na mulher que teve filhos. A exceção é o DIU que libera pequenas quantidades de progesterona dentro do útero, o que ajuda a diminuir a cólica e o fluxo de sangue durante a menstruação.
Diante deste quadro clinico partimos para pesquisar a causa.
1 - Anamnese (história) da paciente, idade, periodicidade, ciclos regulares ou irregulares, duração etc
2 - Investigar através de exames:
- ultra-sonografia (para descartar cistos de ovários, pólipos malformações uterinas, miomas, etc).
- histeroscopia.(examinar o canal cervical e cavidade uterina).
Hoje em dia, nada justifica que as mulheres continuem apresentando dismenorréia intensa e incapacitante, pois é possível fazer o diagnóstico e há tratamento clínico eficaz.Nos casos em que se faz necessário a intervenção cirúrgica deve-se optar pelo melhor caminho possível.

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